Dr. Thiago Chulam avalia e trata tumores de orofaringe em São Paulo, incluindo lesões em tonsilas palatinas, base da língua, parede da garganta e tumores relacionados ao HPV. A conduta é definida a partir do diagnóstico, estadiamento, avaliação dos linfonodos cervicais e discussão individualizada sobre cirurgia, tratamento oncológico e preservação funcional.
AGENDAR AVALIAÇÃONa avaliação do Dr. Thiago Chulam, um tumor de orofaringe precisa ser analisado com atenção à localização, extensão e impacto funcional. A orofaringe participa de funções importantes, como deglutição, fala, respiração e proteção das vias aéreas. Por isso, o tratamento não pode ser pensado apenas como retirada de uma lesão.
O Dr. Thiago avalia a história clínica, sintomas, exame físico, nasofibrolaringoscopia quando indicada, exames de imagem, biópsia e presença de linfonodos no pescoço. Também considera se o tumor tem relação com HPV, porque essa informação pode influenciar o entendimento do comportamento da doença e o planejamento terapêutico.
A decisão sobre cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou tratamento combinado depende do estágio da doença, da localização do tumor, das condições clínicas do paciente e dos objetivos de controle oncológico e preservação funcional.
A cirurgia transoral pode ser considerada pelo Dr. Thiago em tumores selecionados de orofaringe, especialmente quando a localização permite acesso adequado pela boca. Em alguns cenários, a abordagem transoral, inclusive com tecnologia robótica, pode evitar incisões externas amplas e facilitar o acesso a regiões profundas.
Mas essa não é uma escolha automática. O Dr. Thiago avalia se a cirurgia transoral realmente oferece segurança para remover o tumor, preservar funções importantes e manter os princípios oncológicos do tratamento. Tamanho da lesão, profundidade, relação com vasos, base da língua, tonsilas e linfonodos são fatores que entram nessa decisão.
O ponto principal é que a técnica não deve ser escolhida apenas por parecer menos invasiva. Ela precisa ser a melhor opção para aquele paciente.
Nos tumores de orofaringe, os linfonodos cervicais têm papel central no estadiamento e no tratamento. Muitas vezes, o primeiro sinal percebido pelo paciente é justamente um caroço no pescoço, mesmo quando a lesão na garganta ainda causa poucos sintomas.
O Dr. Thiago avalia os linfonodos desde a primeira consulta. Quando há suspeita ou confirmação de comprometimento cervical, ele considera se o esvaziamento cervical deve fazer parte do planejamento. Essa decisão depende do tipo de tumor, exames de imagem, biópsia, localização da lesão primária e estratégia de tratamento definida para o caso.
Tumores de orofaringe podem estar relacionados ao HPV ou a outros fatores, como tabagismo e álcool. Na prática, o Dr. Thiago considera essa diferença, mas não reduz o caso a um único marcador. O tratamento precisa olhar para o tumor, o paciente e o estágio da doença.
Em muitos casos, a condução envolve oncologia clínica, radioterapia, fonoaudiologia, nutrição e outras especialidades. O papel do Dr. Thiago é organizar a avaliação cirúrgica, explicar quando a cirurgia faz sentido e participar da definição do melhor caminho terapêutico.
Agendar avaliaçãoA avaliação com o Dr. Thiago Chulam pode ser indicada diante de dificuldade persistente para engolir, dor de garganta unilateral que não melhora, sensação de algo preso na garganta, dor irradiada para o ouvido, alteração na voz, sangramento, perda de peso sem explicação, caroço no pescoço ou diagnóstico já confirmado de tumor de orofaringe.
Também é importante buscar avaliação quando o paciente recebeu indicação de tratamento e deseja entender se a cirurgia pode ou não fazer parte da estratégia. Nesses casos, o Dr. Thiago revisa exames, biópsia e estadiamento para orientar a decisão.
Em geral, tumores de orofaringe relacionados ao HPV podem apresentar comportamento e resposta ao tratamento diferentes dos tumores não relacionados ao HPV. Ainda assim, o prognóstico depende do estágio, linfonodos, saúde do paciente e resposta ao tratamento.
Alguns casos podem ter bom controle quando diagnosticados e tratados adequadamente. A possibilidade de controle depende do tipo de tumor, localização, extensão, presença de linfonodos e resposta ao tratamento indicado.
O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp da equipe. No contato inicial, o paciente recebe orientações sobre local de atendimento, disponibilidade de agenda e exames que podem ser levados à consulta.