Dr. Thiago Chulam realiza cirurgia para tumores de parótida em São Paulo, com avaliação individualizada, planejamento cirúrgico cuidadoso e acompanhamento em todas as etapas do tratamento. A parótida é uma glândula salivar localizada próxima ao nervo facial, estrutura responsável pelos movimentos da face. Por isso, a cirurgia exige precisão técnica, clareza na indicação e atenção à preservação funcional sempre que possível.

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Como o Dr. Thiago Chulam conduz a cirurgia para tumores de parótida

O tratamento dos tumores de parótida começa antes da cirurgia. A primeira etapa é entender se o nódulo tem características benignas ou suspeitas, avaliar sua localização dentro da glândula, analisar exames de imagem e considerar, quando indicada, a necessidade de punção ou outros métodos diagnósticos.

Na prática do Dr. Thiago Chulam, a indicação cirúrgica é feita com base no diagnóstico provável, no crescimento do nódulo, nos sintomas, no risco de malignidade e na relação do tumor com estruturas importantes. A decisão não deve ser automática, mas construída com o paciente a partir de uma explicação clara sobre riscos, benefícios e objetivos do tratamento.

Como a parótida tem relação íntima com o nervo facial, o planejamento cirúrgico precisa considerar não apenas a remoção do tumor, mas também o cuidado com a mímica facial, a cicatriz, a recuperação e a necessidade de acompanhamento após o procedimento.

Parotidectomia Superficial

A parotidectomia superficial é uma cirurgia indicada em casos selecionados de tumores localizados no lobo superficial da glândula parótida. Pode ser considerada para tumores benignos, como o adenoma pleomórfico, e outras lesões restritas a essa região, conforme avaliação clínica e radiológica.

O objetivo é remover a parte acometida da glândula com margem adequada, respeitando a anatomia local e a relação com o nervo facial. Mesmo em tumores benignos, a cirurgia deve ser planejada com cuidado, porque a região envolve estruturas delicadas.

Parotidectomia Total com atenção ao Nervo Facial

A parotidectomia total pode ser indicada quando o tumor acomete regiões mais profundas da glândula, quando há lesões extensas ou quando existe suspeita ou confirmação de malignidade. Nesses casos, a complexidade costuma ser maior e o planejamento precisa ser ainda mais detalhado.

Durante a cirurgia, o nervo facial é identificado e preservado sempre que isso for tecnicamente possível e oncologicamente seguro. Em tumores malignos, a conduta depende da relação entre o tumor e o nervo, da extensão da doença e da prioridade de controle oncológico.

Esvaziamento Cervical associado

Em alguns tumores malignos da parótida, pode haver suspeita ou confirmação de comprometimento dos linfonodos do pescoço. Nesses casos, o esvaziamento cervical pode ser indicado no mesmo planejamento cirúrgico.

A necessidade desse procedimento depende do tipo de tumor, do estadiamento, dos achados de imagem, do exame físico e do risco de disseminação linfonodal. A decisão é individualizada e explicada ao paciente antes da cirurgia.

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Tumores de Parótida

Quando buscar avaliação

A avaliação com um cirurgião de cabeça e pescoço pode ser indicada quando há nódulo, caroço ou aumento de volume na região próxima à orelha, mandíbula ou lateral da face. Também merecem atenção sintomas como crescimento progressivo do nódulo, dor persistente, endurecimento, alteração da movimentação facial, assimetria no rosto ou histórico de tumor de glândulas salivares.

Nem todo nódulo na parótida é câncer, mas todo nódulo persistente deve ser avaliado. A consulta especializada ajuda a definir se o caso pode ser acompanhado, se precisa de exames complementares ou se há indicação de tratamento cirúrgico.

Dr. Thiago Chulam

Perguntas frequentes sobre tumores de parótida

Não. Muitos tumores de parótida são benignos. Ainda assim, a avaliação médica é importante para diferenciar lesões benignas de tumores suspeitos ou malignos e definir a melhor conduta.

Sim, esse é um risco possível porque o nervo facial passa pela região da glândula parótida. O planejamento cirúrgico busca identificar e preservar o nervo sempre que possível, mas o risco depende do tipo, tamanho, localização e comportamento do tumor.

A recuperação varia conforme a extensão da cirurgia, o tipo de tumor e as condições clínicas do paciente. Na consulta, o Dr. Thiago orienta sobre internação, curativo, dreno, cicatriz, retorno às atividades e acompanhamento.

Não necessariamente. A conduta depende das características do nódulo, sintomas, exames e suspeita diagnóstica. Alguns casos podem exigir cirurgia; outros precisam de investigação ou acompanhamento.

O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp da equipe. No contato inicial, o paciente recebe orientações sobre local de atendimento, disponibilidade de agenda e exames que podem ser levados à consulta.