Dr. Thiago Chulam realiza avaliação e tratamento cirúrgico do divertículo faringoesofágico, também conhecido como divertículo de Zenker, em São Paulo. A conduta é definida de forma individualizada, considerando sintomas, exames, tamanho do divertículo, condições clínicas do paciente e a abordagem mais adequada para cada caso.

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Como o Dr. Thiago Chulam conduz a ressecção de divertículo faringoesofágico

Na avaliação do Dr. Thiago Chulam, o divertículo de Zenker não é analisado apenas como uma alteração anatômica. O ponto principal é entender o quanto ele interfere na vida do paciente: se há dificuldade para engolir, sensação de alimento parado na garganta, regurgitação, tosse, engasgos, mau hálito, perda de peso ou episódios de broncoaspiração.

Esse raciocínio é importante porque nem todo divertículo exige a mesma conduta. O Dr. Thiago avalia o conjunto do caso: intensidade dos sintomas, tempo de evolução, exames já realizados, risco de complicações, idade, doenças associadas e expectativa de recuperação. A partir disso, ele discute com o paciente se há indicação cirúrgica e qual abordagem faz mais sentido.

O objetivo do tratamento é melhorar a passagem do alimento, reduzir sintomas e diminuir riscos relacionados ao acúmulo de resíduos no divertículo. Para isso, a cirurgia precisa ser planejada com atenção à anatomia da faringe e do esôfago cervical, além da função da deglutição.

Ressecção Endoscópica ou Diverticulotomia Endoscópica

A abordagem endoscópica pode ser considerada em casos selecionados, quando as características do divertículo e a anatomia do paciente permitem um acesso adequado por via oral. Nessa técnica, o tratamento é feito pela separação da parede entre o divertículo e o esôfago, permitindo melhor esvaziamento da região.

Na prática, o Dr. Thiago avalia se essa via realmente oferece vantagem para o paciente. O fato de ser uma abordagem sem incisão externa no pescoço pode ser interessante em determinados casos, mas não deve ser o único critério de escolha. Tamanho do divertículo, exposição cirúrgica, segurança do acesso e risco de recidiva precisam entrar na decisão.

Quando a via endoscópica é bem indicada, ela pode representar uma alternativa menos invasiva em relação à cirurgia aberta. Ainda assim, a indicação deve ser individual, com explicação clara sobre benefícios, limites e riscos.

Ressecção Cirúrgica Aberta

A cirurgia aberta pode ser indicada quando o divertículo é volumoso, quando o acesso endoscópico não é favorável ou quando o caso exige abordagem direta pela região cervical. Nessa situação, o procedimento pode envolver cervicotomia, tratamento do divertículo e miotomia do músculo cricofaríngeo, conforme a avaliação cirúrgica.

O Dr. Thiago considera essa abordagem quando ela oferece mais controle técnico e segurança para tratar o problema. Embora envolva incisão no pescoço, a cirurgia aberta pode ser a opção mais adequada em determinados pacientes, especialmente quando a anatomia ou o tamanho do divertículo limita outras alternativas.

A escolha não é feita por preferência estética ou por tendência tecnológica, mas pelo que melhor responde ao problema do paciente.

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Ressecção de Divertículo de Zenker

Quando buscar avaliação

A avaliação com o Dr. Thiago Chulam pode ser indicada quando o paciente apresenta dificuldade progressiva para engolir, regurgitação de alimentos não digeridos, sensação de alimento preso na garganta, tosse após refeições, engasgos frequentes, mau hálito persistente, perda de peso sem explicação ou episódios de pneumonia aspirativa.

Muitos pacientes convivem por bastante tempo com sintomas antes de receber o diagnóstico. Por isso, quando as queixas de deglutição se repetem ou começam a afetar a alimentação, o ideal é buscar uma avaliação especializada. O Dr. Thiago revisa os exames e orienta quais passos são necessários para confirmar o diagnóstico e definir se há indicação de tratamento cirúrgico.

Dr. Thiago Chulam

Perguntas frequentes sobre ressecção de divertículo faringoesofágico

O divertículo de Zenker é uma bolsa que se forma na transição entre a faringe e o esôfago. Essa bolsa pode acumular alimentos e secreções, causando sintomas como regurgitação, engasgos, tosse e dificuldade para engolir.

Os sintomas mais comuns incluem dificuldade para engolir, sensação de alimento parado, regurgitação, tosse durante ou após as refeições, mau hálito, engasgos e perda de peso. O Dr. Thiago avalia a intensidade desses sintomas para definir a conduta.

Sim. Como qualquer procedimento, pode envolver riscos, como sangramento, infecção, fístula, alteração da deglutição ou recidiva dos sintomas. Esses riscos variam conforme a técnica utilizada, o tamanho do divertículo e as condições clínicas do paciente.

O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp da equipe. No contato inicial, o paciente recebe orientações sobre local de atendimento, disponibilidade de agenda e exames que podem ser levados à consulta.