
O câncer de laringe deve atingir mais de 6 mil homens e mil mulheres no Brasil em 2022, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). O tratamento desse tipo de tumor envolve cirurgia e quimioterapia associada à radioterapia.
A laringectomia é a retirada parcial ou total da laringe, e tem o objetivo de reduzir qualquer sequela nas funções desse órgão, como a fala e a proteção das vias aéreas. Dependendo da localização do câncer de laringe, o paciente pode preservar a fala, ficar rouco ou perder a voz.
Mas saiba que a laringectomia total é feita em pessoas que tiveram tumor avançado e precisaram retirar toda a laringe, incluindo as cordas vocais.
Apesar de ser um processo de reabilitação, e que necessita de auxílio de um fonoaudiólogo, o paciente que passa pela laringectomia pode voltar a falar. O uso da prótese traqueoesofágica possibilita a fala para 90% dos operados e traz bons resultados em qualidade do som e tempo de fonação.
Alternativas como a eletrolaringe e a voz esofágica (produzida no esôfago) são oferecidas ao paciente, permitindo maiores chances de sucesso na reabilitação pós-cirúrgica.
Rouquidão, ferida na garganta que não cicatriza, tosse persistente, dificuldade para engolir e nódulo no pescoço estão entre os sinais da doença.
Evitar os fatores de risco, como tabagismo e o consumo de bebida alcoólica são formas de prevenção. Agende uma consulta com o Dr. Thiago Chulam, cirurgião de Cabeça e Pescoço!
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Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica. Agende uma avaliação com o Dr. Thiago Chulam.
Agendar pelo WhatsAppConteúdo de caráter educativo, elaborado a partir da prática clínica do Dr. Thiago Celestino Chulam (CRM-SP 131730 · RQE 44274). Não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado.